Estudos de neuroimagem mostram que anos de treinamento em dança estão associados a diferenças estruturais e funcionais em regiões envolvidas no movimento, percepção, memória, emoção e integração sensorial.
A neuroplasticidade é um processo complexo e nas pessoas que dançam se apresenta de diferentes formas: algumas regiões podem apresentar aumento de volume, outras redução, além de mudanças na conectividade e na eficiência dos circuitos neurais.
Em outras palavras, a dança não simplesmente aumenta o cérebro: ela o remodela. DANÇAR NÃO MUDA APENAS O QUE O CORPO É CAPAZ DE FAZER, MUDA TAMBÉM A FORMA COMO O CÉREBRO SE ORGANIZA.
É justamente essa relação fascinante entre movimento, percepção, emoção e cérebro que exploramos na Oficina de Dança com os jovens do CEDEDICA.